Fórum Nacional apresenta solução para massificar comunicação

Bosco Martins, presidente do Fórum, com dirigentes e ativistas da radiodifusão pública no Brasil Por em maio 13, 2019 8:31 pm , Categorias: Categorias: Categorias:

 

 

As emissoras públicas brasileiras de rádio e televisão avançam no propósito de garantir maior e mais ampla presença na sociedade. Para isso, ganham fôlego – inclusive financeiro– para o cumprimento de suas tarefas e na quinta-feira (9), em Brasília, deram ao País uma demonstração desse compromisso: durante reunião do Fórum Nacional de Emissoras Públicas de Rádio e Televisão, foi apresentado o Ibepec (Instituto Brasileiro de Empresas Públicas de Comunicação), com o qual dividirá responsabilidades na condução do futuro da radiodifusão pública.

 

Segundo Sérgio Kobayashi, vice-presidente do Fórum Nacional e à frente do Ibepec, o Fórum continuará a existir como ente principal, reunindo as demandas das emissoras públicas, definindo as prioridades nas políticas de atuação e as necessidades perante o governo federal. O Ibepec fica responsável por buscar os meios de execução, cuidando de aspectos jurídicos, legais e, inclusive, comerciais da produção.

 

A vice-presidência do instituto será exercida por Danilo Magalhães, procurador jurídico do Estado de Mato Grosso do Sul há 14 anos – a maior parte deste tempo na Fertel (Fundação Luiz Chagas de Rádio e TV Educativa de Mato Grosso do Sul)–; tendo como secretário-geral o diretor de Rede da TV Cultura de São Paulo, Fábio Borba, que exerce a mesma função no Fórum que segue presidido por Bosco Martins, diretor-presidente da Fertel. “É um extraordinário avanço, especialmente para a sociedade ter seu direito à informação ampliado e ainda mais democratizado”, definiu Martins.

 

O Ibepec começa viabilizando o trabalho conjunto das emissoras, com maior integração das equipes, inclusive na apresentação de produtos. “A TV Cultura hoje abrange 80% do território nacional, logo, temos de cada vez mais ter a cara do Brasil”, explicou Magalhães. Nesse sentido, programas como o Vitrine Brasil e o AgroCultura já foram elaborados pensando em respeitar a regionalidade dos programas, tanto pela linguagem como pelos profissionais envolvidos.