Governador e primeira-dama reafirmam otimismo para 2020

Mais de 15 mil brinquedos doados pelos servidores públicos e a sociedade irão beneficiar 75 instituições filantrópicas

 

 

Em menos de 35 dias, ao liberar o pagamento das folhas de novembro, dezembro e 13º salário, o governo de Mato Grosso do Sul injetou R$ 1,4 bilhão nas economias dos 79 municípios aonde moram as 75 mil famílias de servidores públicos estaduais. Só este universo compreende cerca de 400 mil pessoas diretamente atendidas com esse direito. No entanto, os benefícios produzidos por esta sucessão de repasses contemplam todo o conjunto populacional. Afinal, todas as pessoas, de comerciantes a consumidores, são os elos que compõem a diversificada cadeia econômica.

 

É neste cenário alentador que o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) vem atravessando os últimos dias de mais um complexo e pedregoso exercício gerencial, trabalhando com um pé no freio e outro no cadenciamento seguro do acelerador. Ao cumprir o quinto ano consecutivo sem atrasar um mês sequer a folha e o 13º salário do funcionalismo, ele divide com a esposa, Fátima Azambuja, o sentimento de quem, no olho do furacão provocado pela onda recessiva, consegue fazer a felicidade das pessoas a quem governa.

 

Um segmento dos mais representativos para o casal foi na terça-feira (17), à sede da Associação Atlética Banco do Brasil (AABB), no Parque dos Poderes, para fazer ao lado da criançada, lideranças comunitárias e dirigentes de entidades sociais a festa de encerramento da quinta edição da campanha ‘Divida a Brincadeira’. A alegria ficou ainda mais contagiante com a entrega de 15 mil brinquedos doados pelos servidores públicos e a sociedade, que irão beneficiar 75 instituições filantrópicas.

 

ESPERANÇA E TRABALHO

 

Sempre de maneira discreta, dinâmica e cheia de energia para trabalhar com iniciativas solidárias, a primeira-dama enfatizou que está convicta na superação dos problemas e que, na passagem de ano, é fundamental a todos que sejam renovadas as expectativas de mais conquistas para a população, sempre com o olhar de esperança e a força do trabalho e da união.

 

 

“Agradeço a todos que fizeram isso acontecer. Mais de 15 mil brinquedos são mais de 15 mil crianças que poderão receber um presente do Papai Noel”, disse Fátima, a emocionada madrinha da campanha. Ela destacou o planejamento, o compromisso e o espírito fraterno como itens fundamentais na motivação da equipe para buscar doações e ir até o final da campanha realizando a programação de distribuição dos brinquedos. “Nós fizemos questão de trazer aqui essas crianças para simbolizar tudo que faremos durante a semana e até o dia do Natal, entregando todos os presentes”.

 

O governador ressaltou o comprometimento do governo e dos servidores com a área social. “A campanha demonstrou o espírito que reina hoje dentro do governo, de solidariedade, de contribuir com aquele que não consegue, com aquele que não tem. E a gente vê a cada ano multiplicar o número de presentes. Isso faz a diferença no Natal de crianças que muitas vezes não tem condições”, afirmou.

 

A primeira-dama idealizou a campanha juntamente com o secretário especial de gestão política de Campo Grande, Carlos Alberto de Assis. Ele informou que além das entregas em áreas prioritárias há preocupação também com o lado humano. “Esse é um governo humanizado, que pensa e cuida das pessoas. Essas doações vão atender 75 instituições, que trabalham por milhares de pessoas”, explicou. Fátima, o governador e Assis se emocionaram várias vezes, uma delas quando entregaram os presentes para as cerca de 140 crianças dos bairros Paulo Coelho Machado, Dom Antônio Barbosa e Jardim Itamaracá.

 

Brinquedos, pipoca, algodão-doce, as presenças do Papai e da Mamãe Noel, os shows de malabarismo e pernas de pau do grupo Habilidoce, no colorido e na dança dos heróis da Liga do Bem, tudo isso adornado pelos sorrisos infanto-juvenis. Responsável pelo projeto Casa da Solidariedade, que existe há cinco anos no Itamaracá, Vagner Pereira destacou a importância da inciativa do Governo do Estado para famílias que moram nessas regiões. “Isso tem uma importância significativa na vida dessas crianças, porque as famílias são muito carentes e não tem possibilidade de comprar um presente”.

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