Câmara: Carlão prevê muitas dificuldades, mas 2021 positivo

Na reabertura da Casa, presidente enaltece comprometimento dos colegas com o Município

No olhar otimista e experiente do presidente da Câmara Municipal de Campo Grande, Carlão Borges (PSB), o ano será um dos mais complexos e desafiadores na história da cidade. Além da pandemia e de seus efeitos corrosivos, o cenário ainda é imprevisível na conjuntura econômica e na política. Ainda assim, Carlão traça sinais positivos que delineiam dias de superação e conquistas.

A expectativa de Carlão foi um dos pontos principais da entrevista que deu ao jornalista Rodrigo Nascimento, do Programa Noticidade Primeira Edição da Rádio FM Cidade 97. Para o vereador, os outros 28 colegas são pessoas comprometidas com os interesses do município e isso já é suficiente para antever os avanços. As atividades da Câmara foram reiniciadas na quinta-feira (18).

NOVAS ESPERANÇAS

“A expectativa é de muito trabalho pela retomada do desenvolvimento. E é positiva, apesar de tudo. Vivemos um período de crise mundial com a pandemia de Covid-19, porém agora temos maiores esperanças na imunização com a vacina”, disse Carlão. Ele citou a saúde como grande prioridade, observando que a economia foi muito prejudicada. E destacou questões como a infraestrutura – “a cidade sofre com as últimas chuvas” -, a educação e as áreas que mais padecem com a pandemia.

“Agora, precisamos trabalhar arduamente para amenizar esses problemas. Eu estou muito confiante, vamos superá-los”, afiançou. “Assim que a imunização vacinal garantir segurança voltarão aos bairros as sessões itinerantes e comunitárias, com a máxima participação popular. Abrir a Câmara é uma ansiedade reprimida porque não podemos permitir aglomerações. Mas assim que possível a prioridade será levar a Câmara ao povo e receber a população cada vez mais”, enfatiza Carlão.

Sobre o ambiente político-administrativo, Carlão destacou as boas relações entre os poderes. “O clima está saudável com o Executivo. A relação harmoniosa será mantida, respeitosamente, mas sem abrir mão do nosso papel fiscalizatório”, afirma. “Somos os representantes mais próximos do povo e precisamos cobrar as demandas urgentes da cidade”, finaliza.

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