Governo atende servidores e paga 13º no dia 1º de dezembro

“O Estado é o 4º em geração de empregos e 3º em investimentos”, exulta Azambuja

Habitualmente, o funcionalismo público estadual recebe o 13º salário entre 15 e 20 de dezembro e os meses normais até o quinto dia útil do mês seguinte ao do vencimento. Mesmo em conjunturas recessivas ao longo dos quase sete anos de gestão, agravados pela pandemia, o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) tem cumprido religiosamente os compromissos assumidos com a categoria.

Agora, em 2020, o procedimento foi ainda mais caprichado: os servidores vão receber o 13º no primeiro dia de dezembro e com menos de 40 dias todos os três meses finais do exercício. É mais um indicador da saúde das finanças, pontua Azambuja: “Mato Grosso do Sul é o quarto em geração de empregos, terceiro em investimentos. A partir de 2021 estaremos credenciados para contrair empréstimos até em operações internacionais”, diz. “Tudo isso são frutos das reformas administrativas que deram resultados e ainda vão produzir outras conquistas para a população”.

O governador decidiu fazer uma enquete para que os servidores decidissem em qual data de dezembro, até o dia 20, queriam ter seu 13º na conta. A maioria optou pelo dia 1º, data em que o dinheiro será depositado nas contas bancárias e estará disponível já no dia seguinte. Participaram da votação 10.171 servidores.

O governo estadual registra um impressionante desempenho. Está pagando aos 79 mil servidores, em 37 dias, três folhas salariais (novembro, dezembro e o 13º), que juntas totalizam R$ 1,5 bilhão. Os salários de novembro serão depositados antecipadamente dentro do mês, no próximo dia 27, e estarão disponíveis para saque no dia seguinte. Já os salários de dezembro serão depositados no primeiro dia útil de 2021, dia 4 de janeiro.

ESTRATÉGIA DE GESTÃO

Azambuja salientou que a disponibilidade de recursos não é nenhum lance de mágica, muito menos sorte, mas de responsabilidade e de planejamento estratégico. Ele frisa que as conquistas vêm se acumulando, apesar da pandemia e do panorama de retração na maioria dos estados.

“Fazemos o dever de casa. Com ajuste fiscal e cuidando das contas públicas, mantendo capacidade de pagamento e planejando a folha salarial. Isso é importante, dá previsibilidade ao servidor”, considerou.

“Os salários do fim de ano movimentam vários setores, principalmente o comércio. Previsibilidade é tudo na vida financeira. Com ela se gasta melhor. O servidor sabe em que dia terá dinheiro e pode se planejar”, deduz o governador. Ele enaltece as medidas estruturantes que o governo adota desde 2015, muitas vezes amargas, como as reformas previdenciárias e administrativa.

Segundo a secretária de Administração e Desburocratização, Ana Carolina Nardes, em ano de pandemia a edição de decretos visando ao contingenciamento de gastos não deixou o Estado quebrar e Mato Grosso do Sul passou a ser um dos poucos estados do País com capacidade de pagamentos dos salários. “Isso propiciou injetar mais de R$ 1 bilhão na economia, num momento atípico. Os trabalhadores precisam ser valorizados”, afirmou, lembrando que o governo também autorizou as promoções de aproximadamente 3,7 mil servidores.

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