Governo Presente: programa se revigora com novo planejamento

Lideranças municipais atualizam prioridades para assegurar mais investimentos

Lançado em março de 2020, o Programa Governo Presente prevê atender os 79 municípios de Mato Grosso do Sul com investimentos de R$ 4,2 bilhões até 2022. Em pouco mais de um ano já foram entregues e iniciadas obras em todas as áreas que reclamam melhorias e modernização, sobretudo em infraestrutura, dentro do maior “pacote” de investimentos da história do Estado, bancados por recursos próprios.

As eleições do ano passado trouxeram novas composições administrativas e políticas, desenhando um quadro atualizado de demandas e ajustes programáticos de governo na seleção das prioridades. Sensível a este cenário, o governador Reinaldo Azambuja ouviu o apelo dos prefeitos, vereadores e demais lideranças municipais e determinou aos seus secretários a elaboração de um novo planejamento, ajustado à realidade e fiel às demandas e reivindicações.

Na quinta (20) e sexta-feira (21) foram ouvidas lideranças de 27 municípios do Sudoeste, Fronteira/Cone Sul e Vale do Ivinhema. “É uma calibragem do processo passado por conta das eleições do ano passado. Vamos conversar com os prefeitos reeleitos e os novos para consolidar o planejamento feito e que já estão estruturados e em andamento, mas ainda colocar outros novos dentro desta linha de investimentos do Governo do Estado”, opinou o secretário Eduardo Riedel, da Seinfra.

Coordenador das reuniões no interior, o secretário da Casa Civil, Sérgio de Paula, enfatiza que o programa de obras do Governo Presente não tem um centavo de empréstimo. “É dinheiro de recursos próprios viabilizados com o apoio da Assembleia Legislativa ao aprovar as reformas propostas pelo governo que nos deram capacidade de fazer gestão”, ressalta.

Os investimentos, segundo Azambuja, só foram possíveis porque o governo tomou medidas duras, mas necessárias, como a criação de novas faixas de contribuição do Fundersul, reforma previdenciária, renegociação de contratos e da dívida e redução de secretarias.

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