IFMS cria estação higienizadora para o combate à Covid-19

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Em tempos de pandemia, todos os esforços necessários para o combate à disseminação da doença devem ser empregados. Aumentar os cuidados com a higiene pessoal, uso de máscaras protetoras, adoção de distanciamento social são as principais medidas.

Para o Instituto Federal de Mato Grosso do Sul (IFMS), as ações vão além do básico, com o emprego da pesquisa e da extensão no combate ao coronavírus.

No mês de fevereiro, a instituição concluiu e entregou o projeto de criação de uma estação higienizadora de mãos totalmente automatizada, com sensores de presença para acionamento de luz e de áudio, instruções para a correta higienização das mãos e sem a necessidade de contato com as partes físicas da pia/lavatório.

ESTAÇÃO HIGIENIZADORA

O coordenador do projeto no IFMS foi o professor Marco Cortez, do Campus Campo Grande, que explicou como foi o processo de desenvolvimento da estação, batizada de EHMA (Estação Higienizadora de Mãos Automatizada).

“A estação permite a higienização das mãos com água e sabão líquido e secagem sem o usuário entrar em contato físico com as partes físicas do equipamento, com sensores de presença, além de emitir orientações em áudio e no painel, sobre como proceder a higienização”, explica o coordenador.

A automatização do processo deve auxiliar pessoas com dificuldades de leitura, como cegos, pessoas com baixa visão, idosos e analfabetos, pois o sistema de áudio indica um passo a passo para que o usuário siga a higienização da forma mais correta.

O professor explica ainda que o projeto considerou aspectos de mobilidade e facilidades para instalação. O primeiro local a receber a estação foi o próprio Campus Campo Grande, onde já está em funcionamento. Agora, o projeto deve buscar parceiros para instalação em outros pontos da cidade.

A EHMA possui mobilidade, com potencial de instalação em ambientes diversos, como escolas, hospitais, estações rodoviárias, feiras livres, eventos e locais públicos e privados com alto fluxo de pessoas.

“A estação é montada em uma base móvel para facilitar o deslocamento, com engates flexíveis para entrada e saída de água, além de possuir um nobreak que mantém o sistema eletrônico de fluxo de água e sabão em funcionamento, em caso de quedas temporárias de energia”, detalha o professor.

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