Julho tem todos os municípios fora do grau de extremo risco

Secretários destacam medidas do Prosseguir e regras para volta às aulas e outras atividades

Os 79 municípios de Mato Grosso do Sul seguem fora do grau de extremo risco, que é sinalizado pela bandeira cinza. Na classificação divulgada há 10 dias pelo Prosseguir (Programa de Saúde e Segurança na Economia), 32 municípios estavam com a bandeira vermelha, 41 com a laranja e seis com a amarela. A atualização leva em conta os dados da 28ª semana epidemiológica e as recomendações são válidas até quatro de agosto.

Para Eduardo Riedel, secretário estadual de Infraestrutura e presidente do Comitê Gestor do Prosseguir, o novo cenário reflete as medidas implementadas pelo Governo e o avanço da vacinação. “Estes resultados se devem à eficiente campanha de imunização e ao trabalho dos gestores municipais diante das orientações do Prosseguir”, frisou.

AULAS PRESENCIAIS

Na terça-feira (27) Riedel e a secretária estadual de Educação, Cecília da Motta, explicaram as regras para a retomada econômica e a volta às aulas. Ele tranquilizou alunos e familiares, explicando as medidas adotadas: “Adquirimos os testes da Covid-19 e queremos que as famílias saibam que o retorno às aulas vem após um estudo complexo, no qual todos os protocolos foram bem definidos”, disse.

A secretária destacou que toda a equipe está bastante segura: “Em agosto do ano passado reunimos 21 órgãos de controle. E juntos formulamos o Protocolo de Volta às Aulas, instrumento norteador da retomada às atividades presenciais, com todas as orientações necessárias aos gestores da Rede Estadual”. O ponto de partida para o retorno está baseado nas bandeiras indicadoras do Prosseguir.

LIMITES

Riedel acrescentou que de agora em diante as bandeiras também vão balizar a capacidade-limite de estabelecimentos comerciais. “É transparência e é segurança para todos”. Segundo Riedel, as bandeiras apresentadas serão responsáveis pela condução da volta às aulas e das demais atividades econômicas pelos próximos 15 dias, com a lotação permitida conforme a cor da bandeira. “Queremos parar de contar o número de mortos para contar os vacinados, os alunos em sala de aula e os novos empregos”, exclamou.

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