“Pressão Alta”: Cardiologista alerta sobre doença silenciosa

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Conhecida como “pressão alta”, a hipertensão arterial é silenciosa e precisa de muita atenção. Ficar sempre atento no momento de aferir a pressão é essencial, pois os valores da máxima e mínima são considerados altos quando iguais ou ultrapassam 14 por 9.

Para chamar a atenção da população sobre a importância do diagnóstico, prevenção e tratamento desta doença, já que os sintomas costumam aparecer apenas em fases mais avançadas ou quando a hipertensão aumenta de forma abrupta, no dia 26 de abril é celebrado o Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial.

De acordo com o Dr. Deusdete Martins Junior, cardiologista da Unimed Campo Grande, há vários fatores que podem influenciar nos níveis da pressão arterial. “A ingestão de sódio e potássio em excesso, bebidas alcoólicas, sedentarismo, o uso de algumas medicações e drogas ilícitas, além de fatores genéticos, ambientais e sociais, tais como idade, etnia, sexo e sobrepeso/obesidade são fatores que podem contribuir”, detalha.

Como a doença surge de maneira silenciosa, pelo menos no início, a melhor maneira de diagnosticá-la é fazendo a aferição periódica da pressão. Quando não tratada, a hipertensão pode levar a várias complicações cardiovasculares, dentre elas Acidente Vascular Cerebral (AVC), infarto, insuficiência cardíaca, alterações nas grandes artérias do corpo, principalmente aorta (aneurisma, hematomas e ulcerações) e obstruções arteriais periféricas.

É importante também frisar que os hipertensos estão no grupo de risco da Covid-19, por isso, alguns cuidados ganham ainda mais ênfase, como o controle adequado da pressão arterial, uma vez que isso traz benefícios a longo prazo e pode ajudar a prevenir sintomas graves do novo coronavírus.
Outra dica é evitar cigarro e álcool, tomar medicamentos indicados, rever a alimentação e praticar exercícios físicos regularmente.

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