Recursos para assistência e educação nas prioridades de Rinaldo Modesto

Professor Rinaldo: “precisamos garantir ensino de qualidade às crianças”

O deputado estadual Professor Rinaldo Modesto (PSDB) atendeu solicitação da Federação das Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) para incluir no Orçamento Geral do Estado uma reserva financeira para dar suporte aos serviços da instituição. Por meio de uma emenda parlamentar, Rinaldo garantiu R$ 40 mil para a Federação.

Com esse recurso, a Apae concretizou a condição que faltava para adquirir um veículo destinado ao transporte de crianças e adolescentes. Calcula-se que o benefício deve abranger 66 municípios do Estado. “Agradeço ao Sr Erisvaldo Santos de Andrade, que é coordenador da instituição e nos confiou esta parceria”, destacou o deputado.

Ao frisar que a educação sempre será um dos principais pilares do seu mandato, Rinaldo Modesto acolheu várias reivindicações da Capital e do interior. Em uma delas, e levando em conta uma indicação do vereador petebista Luciano da Silva Geralde, de Selvíria, apresentou emenda parlamentar de R$ 50 mil ao orçamento estadual.

O pedido do vereador responde positivamente ao apelo em favor de crianças e adolescentes que moram nas regiões distantes e necessitam de um meio seguro de transporte para seus deslocamentos entre a casa e a escola. “O vereador Luciano fez muito bem ao encaminhar essa demanda. Trata-se de uma prioridade que não encontra objeção, é fundamental cuidar de quem representa o futuro do país”, disse.

FUNDEB

Ao comentar a votação na Câmara dos Deputados que aprovou a PEC 15/15, tornando permanente o antigo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), o deputado professor Rinaldo Modesto assinalou que seria trágico para o País a rejeição da proposta. “Precisamos garantir um ensino de qualidade para as nossas crianças. A preservação desse Fundo é um dos melhores caminhos para o desenvolvimento da educação brasileira”, afirmou.

Rinaldo argumenta que sem a base orçamentária alimentada pelo sistema de funcionamento do Fundeb, o ensino básico estaria seriamente comprometido, condenado ao total esvaziamento. “E quem pagaria um preço cruel e absurdo seriam exatamente as crianças, os adolescentes, os futuros cidadãos e cidadãs que precisam do conhecimento para assumir os grandes desafios do Brasil”, concluiu.

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