SÉRGIO DE PAULA

“Eduardo Riedel tem a marca da responsabilidade”
“Um governo responsável e realizador é a grande credencial do PSDB”

O PSDB será novamente bem-sucedido nas disputas eleitorais, afiança um dos mais abalizados conhecedores do tabuleiro político em Mato Grosso do Sul: Sérgio de Paula. Presidente estadual do partido e articulador político de Reinaldo Azambuja há mais de 20 anos, ele afirma que o desempenho vitorioso do governador se deve ao olhar sensível e responsável de sua gestão e ao compromisso de governar para as pessoas.

Segundo Sérgio de Paula, esse perfil tem uma estratégia de inteligência gerencial que valoriza o planejamento e a transparência. E um dos principais agentes desse processo é o titular da Secretaria de Governo e Gestão Estratégica, Eduardo Riedel.

 

FOLHA DE CAMPO GRANDE – A campanha eleitoral será curta, sem comícios e outras atividades tradicionais. Isso favorece ou prejudica os planos do PSDB para conservar a hegemonia nos municípios?
SÉRGIO DE PAULA – Em primeiro lugar, queremos fortalecer cada vez mais o PSDB. Mas sem ferir nem desrespeitar outras legendas, que têm este mesmo e legítimo objetivo. A campanha ficou espremida e restritiva para todo mundo. Não nos favorece e nem nos prejudica. O que diferencia o PSDB é o seu desempenho na política, na gestão, na relação com a sociedade. O PSDB no governo de Reinaldo Azambuja está na vitrine dos melhores resultados de desempenho. Na geração de empregos, na transparência, na atração de investimentos, nas políticas públicas de segurança, educação, saúde.

FCG – Além das ações de governo, o PSDB está dimensionando bem o papel dos aliados e das alianças?
SP – São duas condições determinantes para o sucesso das nossas candidaturas. O desempenho vitorioso do governador se deve ao olhar sensível e responsável da gestão e ao compromisso de governar para as pessoas. Nesse contexto as alianças são construídas e se estabelecem os compromissos programáticos. Acredito que com as coligações será possível conquistar até 80% ou mais de prefeituras. O PSDB não está só, não disputa só, não ganha só. Para exemplificar, temos partidos como o PSD, o PP e o DEM, que poderiam estar concorrendo conosco em várias cidades, mas quiseram se aliar.

FCG – De certa forma, e até por causa da pandemia, a campanha chega a embaraçar a governança?
SP – De forma alguma. O governo é de atividade administrativa em 100% de suas atribuições, não leva a política para dentro da gestão nem vice-versa. O governador é um magistrado, governa para todas as pessoas, todos os municípios. Não fosse assim jamais teria alcançado tantos resultados positivos em favor da sociedade.

FCG – E Campo Grande? Agora tem apoio à reeleição de Marquinhos Trad, mas a fórmula vai mudar na sucessão estadual?
SP – O PSDB tem uma definição consolidada e é ela que nos ocupa inteiramente: apoiar a candidatura do prefeito Marcos Trad à reeleição. Queremos tratar agora só de 2020, deixando 2022 pra hora certa. Fizemos em 2016 a lição daquela hora, quando a Rose tinha 42% de intenções de voto para prefeita, levou a eleição ao segundo turno e perdeu. Depois, em 2018, Marcos Trad, nosso adversário de 2016, deu seu importantíssimo apoio à reeleição do governador Reinaldo Azambuja, sem exigir cargos, sem exigir compensações. E o governador entendeu ser justo e ser grato retribuindo o apoio.

FCG – Nesse mosaico formado para as eleições há partidos hoje aliados que vão ou pensam lançar candidatos à sucessão de Reinaldo? O PSDB já tem seus nomes preferidos?
SP – Mais uma vez vou frisar: não estamos colocando 2022 dentro das eleições de 2020. Entre outras razões, seria desrespeitar nossos aliados. E o PSDB respeita aliados, cumpre compromissos com alianças. Entretanto, é óbvio que a sucessão estadual já começará a ser desenhada quando acabarem as municipais. Cada partido vai sopesar as suas condições, se cresceu, se diminuiu. Com partidos como o PSD, PP e DEM podemos fazer até 85% dos prefeitos. A lógica indica que essa convivência deve continuar, embora saibamos que esses partidos têm nomes competitivos para a disputa estadual.

FCG – E o PSDB? Tem Eduardo Riedel entre as opções?
SP – Sem dúvida. Antes de mais nada, é bom frisar: o PSDB tem o privilégio de contar com vários nomes expressivos, com perfil para disputar qualquer cargo eletivo. O secretário Riedel é um deles.

FCG – Riedel nunca disputou uma eleição político-partidária…
SP – E isso pode ser mais um diferencial positivo. Quando eu observo o êxito da governabilidade na gestão de Mato Grosso do Sul, eu pontuo que esse desempenho se deve, acima de tudo, ao olhar sensível e responsável da gestão, ao compromisso de governar para as pessoas, dentro de uma estratégia que valoriza o planejamento e a eficiência. Esse é o perfil de Eduardo Riedel, a pessoa que responde pela ação inteligente, de valorizar o planejamento, a eficácia resolutiva e a transparência. Ele encarna a marca vitoriosa da responsabilidade, que retrata um governo de resultados reconhecidos em todo o País.

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