Geraldo Silva

EDITORIAL

Nos salários, mais oxigênio ao Estado

Mato Grosso do Sul é um Estado que, acima de tudo, respira. Sofre com os violentos efeitos das crises causadas pelos desacertos cambiais e os efeitos da pandemia em todo o planeta. Apesar de tudo, os sul-mato-grossenses podem sentir-se diferenciados e fora deste cenário de desalento e incertezas.

A diferença que assegura o oxigênio extra a Mato Grosso do Sul está num reservatório blindado contra a conjuntura recessiva. A política pública de enfrentamento da crise, combinada com o fomento à retomada do crescimento, concebida no ventre de um audacioso planejamento estratégico, está atravessando vitoriosamente seu sexto ano consecutivo.

Desde 2015, o primeiro ano de mandato da atual administração, há um contexto afirmativo de reconhecimento de prioridades que focalizam o bem-estar das pessoas. E isto implica tratar a retomada do desenvolvimento não somente como um item econômico ou mercadológico, mas de amplitude maior e mais profunda, ao consolidar cidadãos como os verdadeiros agentes e beneficiários das medidas do poder público.

Assim, o Estado produz oxigênio para seus habitantes. Na terça-feira (1º), o governo de Reinaldo Azambuja depositou na conta bancária dos cerca de 77.400 servidores os R$ 473,7 milhões relativos ao 13º salário. A data de repasse foi escolhida pelos próprios trabalhadores e o pagamento feito 19 dias antes do prazo convencional.

Não obstante, na semana anterior já haviam sido pagos, também com data antecipada, R$ 514,3 milhões da folha de novembro, um repasse que é feito até o quinto dia útil do mês subsequente. As duas folhas totalizam repasses de R$ 988 milhões em apenas uma semana.

Mas isso não é tudo. Dezembro também será pago em dia. Assim, as três folhas de fim de ano deverão injetar R$ 1,5 bilhão nas economias dos lares e do comércio, promovendo um excepcional impulso na abertura de novos postos de trabalho, no despertar de outras atividades e na potencializada valorização da autoestima do povo.

Gestão estratégica não é brincadeira. Não é nada fácil. Às vezes, torna-se praticamente impossível consertar o veículo em movimento, do jeito que o Estado se encontrava há seis anos. Mato Grosso do Sul não precisou parar. O conserto continua sendo feito, mas a máquina continua seu caminho, agora com traçado firme e seguro.

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