Geraldo Silva

EDITORIAL

Um Estado que se resolve, acima de tudo

Em 11 de outubro de 1977 era publicada a Lei Complementar 31. O Mato Grosso era dividido em dois, com a criação de Mato Grosso do Sul. Apesar do triunfo emancipista, havia receio quanto ao futuro da nova unidade federativa. Os benefícios com a divisão eram apenas projeções futuristas. Nem mesmo a prevista criação dos programas especiais de crédito com quantias formidáveis servia de alento concreto.

O Estado não esperou acontecer. Fez sua hora. Endividou-se, é verdade, porém instalou seu próprio e ousado modelo de crescimento. Tinha e tem ainda privilegiadas condições: natureza exuberante, imensas e férteis áreas à disposição de incontáveis atividades primárias e industriais, localização estratégica, todas as opções modais de transporte e, sobretudo, pessoas com capacidade de enxergar longe e adiantar-se aos desafios do tempo.

Hoje, eis aí Mato Grosso do Sul, aos 43 anos. O Estado que orgulha todo um País se destaca não só na pujança do agronegócio, mas na excelência com que a sua gente se atira aos diversos desafios para vencê-los, sejam nas mais implacáveis crises e conjunturas desfavoráveis. Uma autoridade que bem definiu esse perfil vencedor foi o abalizado Roberto Rodrigues, ex-ministro da Agricultura.

Profundo conhecedor dos problemas e soluções nacionais, em agosto ele veio a Campo Grande para debater o desenvolvimento. E falou sobre coisas e pessoas que fazem a diferença. Diante de Eduardo Riedel, secretário estadual de Governo e Gestão Estratégica, Rodrigues lacrou: “Mato Grosso do Sul é um Estado extraordinário. Tenho enorme orgulho de estar aqui, com pessoas que ajudam a formar um Estado maravilhoso no sindicalismo, no cooperativismo, na sociedade civil, universidades… e um governo que tem um homem como o Eduardo Riedel, tem que ter orgulho mesmo do que está fazendo”.

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